A guerra que salvou a minha vida (Kimberly Brubaker Bradley)

Este é um livro rápido de ler e que vai te mostrar a vida de uma maneira diferente. Será como se você estivesse vendo – ou conhecendo – tudo pela primeira vez.
Livro: A guerra que salvou a minha vida
Autora: Kimberly Brubaker Bradley
Editora: Darkside Books
Ano: 2017
Nº de páginas: 234
Indicação para: todas as idades. Para melhor entendimento, a partir de 12 anos.
Não contém linguem obscena e conteúdo adulto.

Sinopse

A GUERRA QUE SALVOU A MINHA VIDA é um daqueles romances que você lê com um nó no peito, sorrisos no rosto e lágrimas nos olhos entre um parágrafo e outro. Uma obra sobre as muitas batalhas que precisamos vencer para conquistar um lugar no mundo.

Ada tem dez anos (ao menos é o que ela acha). A menina nunca saiu de casa, para não envergonhar a mãe na frente dos outros. Da janela, vê o irmão brincar, correr, pular – coisas que qualquer criança sabe fazer. Qualquer criança que não tenha nascido com um “pé torto” como o seu. Trancada num apartamento, Ada cuida da casa e do irmão sozinha, além de ter que escapar dos maus-tratos diários que sofre da mãe. Ainda bem que há uma guerra se aproximando.

Resenha Mundo Sublinhado

O que significa viver? Segundo o dicionário, viver é um verbo intransitivo, que significa: ter vida, estar com vida. Quando o verbo for transitivo direto e intransitivo, quer dizer aproveitar (a vida) no que ela tem de melhor. Mas isso definitivamente não acontece com Ada.

Ao longo da história somos apresentados a uma menina que nunca viu a grama, animais, o mar, a vastidão da terra, espelho, privada, descarga, que nunca teve um sapato, que nunca soube o que é fazer uma boa refeição e que nunca teve ninguém para cuidar dela, e tudo isso por que Ada nasceu com o pé torto, e isso deixou sua mãe – que já era uma mulher amarga – ainda mais megera, melancólica e má. O grande problema é que Ada era uma criança e precisava, e merecia, ser amada, mas isso estava bem longe do que sua mãe era capaz de lhe oferecer.

Ada não sabia a sua idade, seu sobrenome, o nome de seu pai – que já não morava com eles – assim como não sabia por que ele havia ido embora. Ela se considerava um peso para sua família, e mesmo tentando agradar sua mãe e cuidando de seu irmão, o peso de não poder andar e de estar trancada sendo maltratada pesou, e quando a guerra chegou a Londres, ela resolveu fugir junto com seu irmão e as crianças da escolinha. Enquanto ela embarcava nessa jornada, ela descobriu que a vida e o mundo eram muito maiores que a travessa na qual ela morava e que mesmo ela tendo um “pé torto” ela podia fazer muitas coisas, viver, e o principal, ser respeitada e amada.

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Minhas considerações

Não vou dizer que este é um livro feliz, mas também não é um livro triste, eu o considero como um livro que mostra a bondade e a maldade do ser humano em seus altos graus e principalmente, um livro que mostra a superação, a força que a determinação pode ter na vida de alguém.

Ada se mostrou uma menina forte, destemida e injustiçada por sua deficiência. A cada vez que sua mãe lhe machucava – física e mentalmente – eu temia por ela, sentia sua dor e meu coração de enchia de compaixão. Esse livro mostra que mesmo quando estamos passando por dificuldades, sempre haverá um pedaço de nós que poderá salvar a vida de outros e que sempre precisaremos ser salvos.

Este é um livro rápido de ler e que vai te mostrar a vida de uma maneira diferente, como se você estivesse vendo – ou conhecendo – tudo pela primeira vez.

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Espero que vocês gostem desse livro tanto quanto gostamos de lê-lo, e que ele acrescente bastante em suas vidas.

Mil beijos.
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