O Duque e eu; Os Bridgertons (Julia Quinn)

Essa é uma das séries que mais amei, e todas as pessoas que leram por minha indicação gostaram muito, então… vou continuar indicando – rs. Essa é a primeira resenha, mas preparamos uma maratona de Os Bridgertons para vocês e esperamos que gostem tanto quanto nós.

Livro: O Duque e eu
Série: Os Bridgertons
Autora: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Nº de páginas: 288
Nota Skoob: 4.4
Nota MS: 5 preferido
Sinopse

Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo.

Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta.

Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.

Resenha Mundo Sublinhado

Este é o primeiro livro da série Os Bridgertons, série que tem o nome da família sobre a qual é dedicada.

Logo no primeiro livro somos apresentados a uma família de oito filhos, que tem seus nomes em ordem alfabética – rsrs sim, em ordem alfabética – eles são: Anthony, Benedict, Coin, Daphene, Eloise, Francesca, Gregory e Hyacinth.

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Como qualquer romance de época temos uma paixão avassaladora, que nos conquista pouco a pouco, até preencher por completo nossos corações.

No livro O Duque e Eu, somos apresentados a Simon Basset. Ele passou seis anos longe de Londres e só voltou para assumir o título de Duque, herança de seu pai. Mas ao chegar na cidade ele logo ficou rodeado por mães e debutantes, todas a procura de um bom partido- e logo ele se tornou um alvo e tudo parecia cada vez mais um pesadelo horrível, já que ele não tinha intenção nenhuma de se casar – nenhuma mesmo!

Foi aí que ele conheceu Daphene Bridgerton, irmã do melhor amigo dele, e ela o fez se sentir bem, totalmente diferente de quando ele estava com outras mulheres. Ela era inteligente, sensata, bem humorada, espirituosa, tudo que ele jamais havia imaginado encontrar em uma mulher, entretanto ela já estava debutando pela terceira vez e continuava sem esperança.

“Eu quero um marido, Uma família. Não é tão bobo quando se pensa nisso. Sou a quarta de oito filhos. Só conheço famílias grandes. Não sei se saberia existir fora de uma.” – pag 74

Com o objetivo de ajudá-la a conseguir um bom partido, Simon arquiteta um plano, ele iria corteja-la, – como ele era “nada mais, nada menos” que o Duque de  Hastings – chamaria atenção de outros rapazes e então Daphene poderia escolher um cônjuge. Mas a medida que eles foram se conhecendo, foram fazendo ligações emocionais e a farsa começou a fazer todo sentido, entretanto, Simon não queria e não podia se casar…

“Eu… eu sempre soube que não era o tipo de mulher com quem os homens sonham, mas nunca imaginei que alguém fosse preferir morrer a se casar comigo.” – pag 148

Como essa história termina? Não vou te contar! Rsrs Parei por aqui!

Minhas considerações

Como não amar esse livro? Como não amar esta família?

Daphne é uma mulher forte, inteligente, um pouco “manipuladora” – rs – e que corre atrás do que quer. A história se passa no século XIX e fica bem claro que a protagonista é uma mulher à frente de seu tempo, mas que tem como objetivo escolher o seu futuro marido, algo um pouco incomum a sua época, o que me deixou completamente fascinada.

O Duque e eu, tem personagens com personalidades peculiares, com mentes complexas e uma trama emocionante. Me surpreendeu tanto que após termina-lo eu já estava correndo atrás de O Visconde que me amava, e tenho certeza que você fará o mesmo!

Um dos pontos que mais gostei em Os Bridgertons foi um folhetim que se chama “As Crônicas da sociedade de Lady Whistledown” – É uma espécie da Gossip Girl do século XIX – que com uma pitada de humor – e as vezes maldade – informa toda a alta sociedade sobre os acontecimentos mais relevantes.
P.S.: Ninguém sabe a identidade de Lady Whistledown.

Minhas frases sublinhadas

“Ocorreu-lhe num lampejo de clareza que, se ela fosse um homem, seria do tipo que ele chamaria de amigo.” – pag 51

“Sempre suspeitei que os homens fossem todos uns idiotas, mas nunca tive certeza. Até hoje.” – pag 98

“Ela não pensava em sua família, nem no observatório, tampouco em longitude. Em vez disso, perguntava-se por que estava sentindo a estranha necessidade de jogar os braços ao redor do duque e nunca mais soltá-lo.” – pag 115

“Sua vida podia não girar em torno de Simon, mas seus pensamentos certamente sim.” – pag 129

“Cada toque, cada movimento fazia com que ele a quisesse ainda mais, e conforme os segundos passavam Simon sentia o corpo brigando com a mente pelo controle de seus atos. Não importava mais o que estava certo, o que era adequado. Tudo o que importava é que ela estava ali, em seus braços. E que também o queria.” – pag 142

“Ele ainda a queria muito, embora nesse momento não fosse por desejo. Era muito bom tê-la a seu lado, honrada e pura.” – pag 146

Essa é uma das séries que mais amei, e todas as pessoas que leram por minha indicação gostaram muito, então… vou continuar indicando – rs. Essa é a primeira resenha, mas preparamos uma maratona de Os Bridgertons para vocês e esperamos que gostem tanto quanto nós.

Mil beijos
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