The Flash (1ª temporada)

Mesmo tendo 23 episódios para contar essa complexa história, a série conseguiu expor a transformação de um jovem comum em super-herói, além de deixar extremamente claro todas as propostas introduzidas sobre o multiverso, de uma maneira divertida e cheia de suspense.

Série: The Flash
Temporada:
Onde assisti: Netflix
Tempo médio de duração por episódio: 43 min.
Baseado em: D.C.
Ano: 2014
Minha nota: 4.5

Sinopse

Barry Allen (Grant Gustin) era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs, e detém vilões ao mesmo tempo em que procura descobrir quem foi o assassino de sua mãe.

Minha opinião

Eu sou do tipo de pessoa que A-M-A heróis, gosto dos super poderes, dos uniformes, das personalidades gentis, dos conflitos entre a vida pessoal e a vida de herói… e principalmente, sou apaixonada pelos heróis da D.C.

Hoje vim falar para vocês sobre a primeira temporada da série The Flash. Resumindo a história, o Berry Allen é um jovem comum, de aproximadamente 25 anos (nos meus cálculos), ele é cientista forense, trabalha na polícia junto com Joe, seu guardião legal (com quem morou desde que sua família foi atingida por uma enorme tragédia, na época Barry era uma criança, sua mãe foi assassinada, seu pai foi preso e acusado do crime). A vida dele era comum, como a de qualquer nerd, até que ele é atingido por um raio e após nove meses em coma, acorda e descobre que está nos Laboratórios S.T.A.R. sobre os cuidados do cientista Dr. Harrison Wells (de quem ele é um admirador), Cisco e Caitlin, há… E que agora tem poderes.

Ao meu ver a adaptação foi feita com muita atenção e carinho pela história e pelos fãs, pois, em muitos momentos a exatidão com os quadrinhos é gigante. Vários dos vilões das histórias do Flash já apareceram nessa primeira temporada, assim como alguns de seus amigos heróis, como por exemplo Oliver, o Arqueiro Verde, da série Arrow (suspiros haha).

A série consegue também demostrar e explicar sobre as várias linhas temporais, dimensões paralelas, e resolver os problemas do dia-a-dia do herói que protege Central City de meta-humanos, aquelas pessoas que foram afetados na explosão do Acelerador de partículas (assim como o Barry, mas que) e se tornaram vilões, com a física e química.

Primeiramente você conhece um Barry confuso, que não sabe como lidar com seus poderes e que busca a ajuda do Arqueiro (Arrow) para tentar se entender como herói. Depois você um Barry determinado a aprender sobre si mesmo, sobre seus novos poderes e disposto a aplicar tudo que aprendeu para salvar pessoas.

A partir do oitavo episódio (“Flash vs. Arrow”, um excelente crossover entre as séries da CW), Barry já está estabelecido como herói (que é quando começa a segunda parte). Seus limites já foram testados e ele está pronto. É aí que The Flash dá um passo à frente e decide começar a explorar uma mitologia mais complexa e profunda, introduzindo o elemento da viagem no tempo. Dr. Wells, que era apenas um cientista solícito, despejando recursos em Barry e suas habilidades, vira Eobard Thawne, o viajante no tempo em busca de vingança.

Mesmo tendo 23 episódios para contar essa complexa história, a série conseguiu expor a transformação de um jovem comum em super-herói, além de deixar extremamente claro todas as propostas introduzidas sobre o multiverso. A série começou andando a passos lentos, estabelecendo delicadamente cada um de seus elementos e, ao final, já corria em velocidade Mach 2 (e nem foi difícil para ele chegar lá).

Outro grande feito foi utilizar Cisco como o principal veículo de comédia. O pupilo de Wells foi o alívio cômico em muitos momentos, soltando frases de efeito remetendo à cultura pop e ao cinema, além de ser um ótimo meio de introdução para os esquisitos nomes de personagens dos quadrinhos. Cisco, que começou sem graça, passou a ser um dos mais divertidos da série, deixando o ar mais leve até em momentos de grande tensão e arrancando risos do telespectador.

Gostei dos vilões, gostei da ordem cronológica dos fatos, gostei dos personagens (só não da Iris, meu Deus, como ela é chata!), gostei do contexto e dos efeitos especiais e gostei do final, onde ele enfrenta o seu maior inimigo, o Flash Reverso ou Zoom (que batalha!).

Me diverti muito durante a primeira temporada e agora vou esperar a segunda chegar no Netflix. Enfim, essa foi a minha opinião, espero que tenham gostado.

Até a próxima, mil beijos,

Laise Caroline.

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