Tamanho 42 não é gorda (Meg Cabot)

O livro é surpreendente! Apesar de ter um início não muito encantador, após algumas páginas passa a envolver o leitor daquele jeito de “só mais esse capítulo, prometo”.

Livro: Tamanho 42 não é gorda
Autora:
Meg Cabot
Ano: 
2006
Editora:
Record
Nº de páginas:
411
Nota do Skoob:
3,9
Minha nota:
5

Sinopse

Heather Wells está no fundo do poço: perdeu seu namorado, nenhuma gravadora se interessa por suas músicas, ganhou peso e só entra em roupas tamanho 42, o pai está atrás das grades e a mãe fugiu para Buenos Aires com suas economias – e seu agente! Mas, aos poucos, as coisas parecem que vão se ajustar. Ela consegue um novo emprego como inspetora em uma faculdade de Nova York e está feliz com seu novo manequim. Mesmo sem o glamour e glória dos dias de ídolo teen, tudo parece ter melhorado. Ou será que ela está enganada?

De uma hora para outra, uma estudante morre misteriosamente no poço do elevador do campus. Os policiais e a diretoria estão prontos para declarar a morte como acidente, mas Heather conhece os adolescentes, e meninas não brincam com elevadores. Ainda que ninguém esteja muito interessado em ouvir suas suposições – mesmo depois que outras estudantes aparecem mortas de maneiras igualmente corriqueiras e sutilmente sinistras -, Heather decide entrar numa enlouquecida caçada para descobrir a verdade.

À primeira vista, a vida de detetive pode parecer uma irresistível aventura, com altas doses de adrenalina, mas a realidade é potencialmente perigosa. Alguns riscos podem ser fatais e nada é capaz de irritar mais um assassino do que uma ex-estrela pop corpulenta enfiando o nariz onde não é chamada…

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Resenha Mundo Sublinhado

‘Tamanho 42 não é gorda’ definitivamente é um livro que não se julga pela capa e muito menos pelo título. Heather Wells é uma cantora pop que teve sua carreira arruinada, foi traída pelo namorado (que agora é ex) e ainda foi abandonada por sua mãe, a qual levou suas economias e seu agente. No entanto, Heather não é o tipo de pessoa que fica se lamentando por conta das coisas que passou, pelo contrário, reconstrói sua vida conseguindo um lugar para morar com seu ex-cunhado, Cooper, e um emprego novo como inspetora de alojamento em uma faculdade.

O mistério do livro começa quando uma menina é encontrada morta no poço dos elevadores e a explicação dada pelos policiais é que ela praticava surfe de elevador e acabou caindo de cima desse. Entretanto, quando Heather procura saber como era a personalidade dessa menina, começa a suspeitar de que sua morte poderia ter sido, na realidade, um assassinato. Quando outra menina aparece morta do mesmo jeito, ela passa a investigar sobre as semelhanças entre essas duas ocorrências e começa então sua caçada para descobrir a identidade do possível autor dos crimes.

Sobre o livro

O livro é o primeiro da série que contempla as títulos ‘Tamanho 42 não é gorda’, “Tamanho 44 também não é gorda’ e ‘Tamanho não importa’

Minhas considerações

Adorei cada personagem, todos tiveram parte essencial na história, e cada um me cativou de uma forma diferente. Heather é muito humana, bondosa e inteligente, além de não seguir o padrão de magreza que é imposto pela sociedade, o que faz a trama fugir do estereótipo de “perfeição” das personagens de ficção.

O livro é surpreendente! Apesar de ter um início não muito encantador, após algumas páginas passa a envolver o leitor daquele jeito de “só mais esse capítulo, prometo”.
Sobre o mistério, não suspeitei nem por um momento do autor e nem do motivo dos crimes. O final foi inesperado, o qual eu não mudaria nem uma vírgula dele!

Apesar do livro ter continuação, o enigma foi solucionado. As histórias coadjuvantes foram as que deixaram margem para a continuação (que eu já estou ansiosíssima para ler).
Meg Cabot mais uma vez arrasou!

Minhas frases sublinhadas

[ ] “— Heather — ele prossegue —, todo casal passa por problemas. Mas se não tentarem resolver juntos, não dá certo.” (Página 207)
[ ] “— Não negue, sou um observador experiente, está lembrada? Tem uma ruguinha que se forma entre as suas sobrancelhas quando você está aborrecida… — ele aponta para o meu reflexo. — Está vendo?
Meu Deus. Ele tem razão. Tenho uma ruguinha de preocupação entre as sobrancelhas. Caramba, se eu continuar assim, quando estiver com 30 anos vou parecer uma uva-passa.” (Página 251)
[ ] “A Sra. Allington sacode a cabeça. — Eu uso 42 — diz” (Página 403)

beiJU

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